Câmara Obscura

A luz reflectida pelas pessoas, pelos edifícios e por tudo o que se encontra no exterior entra no quiosque através de uma pequena abertura. Como a luz se propaga em linha recta, os raios luminosos cruzam-se ao passar por esse ponto e projectam, no interior, uma imagem invertida daquilo que acontece na rua.

A imagem que irá ver não está gravada nem é produzida por um projector. Forma-se naquele instante, apenas pela acção da luz.

Ao entrar neste quiosque, entrará numa camera obscura e observará a propagação da luz transformar o mundo exterior numa imagem. É este o princípio óptico que está na origem da máquina fotográfica.

Gravura antiga que mostra o funcionamento de uma câmara obscura: a luz reflectida por uma figura no exterior atravessa um pequeno orifício e projecta-se invertida na parede interior da caixa

O Museu da Imagem reabre

Braga devolve à cidade um dos seus espaços culturais mais emblemáticos. Mais do que a reabertura de um edifício histórico, este momento assinala um novo ciclo de reencontro com a memória fotográfica da cidade.

A exposição Máquinas de Ver explora tudo o que acontece antes e depois do disparo — entre equipamentos históricos, fotografias e o acervo de estúdios como a Fotografia Aliança e a Casa Pelicano — e estende-se até à rua, no quiosque transformado em câmara obscura.

Museu da Imagem, junto ao Arco da Porta Nova.
Entrada livre durante a Noite Branca.
A câmara obscura funciona apenas com luz natural: sábado e domingo, até cerca das 20h00.

Horário do Museu

Sexta-feira 19h00 – 23h00
Sábado 11h00 – 23h00
Domingo 11h00 – 19h00
Fachada do Museu da Imagem, no largo junto ao Arco da Porta Nova